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O que fazer quando não se quer fazer


Quem nunca pensou alguma coisa assim:

Eu queria que amanhã já fosse sexta-feira, que o Carnaval começasse hoje... Eu queria tirar férias, ficar deitado só mais um pouquinho, ficar de “bumbum” pra cima, ganhar na Mega-Sena acumulada, ter casa na montanha, na praia, ficar na rede da varanda, deitar,  jogar conversa fora. Eu queria moleza, sentar no pudim, que o mundo acabasse em vinho para eu morrer embriagado ou em queijo para eu morrer mineiramente.

Para ser sincero, eu tenho preguiça de ser preguiçoso. Se houver ou se houvesse outra “encadernação”, quem saiba eu possa escolher vir de Garfield. Agora, eu estou mais devoto das palavras do Marquês de Maricá: “A preguiça gasta a vida, como a ferrugem consome o ferro”.

Como o tempo não para e a vida não espera, é preciso considerar que preguiça não é apenas física. Estamos rodeados de pessoas com preguiça mental e até aqueles com “zero disposição” para conviver socialmente. Acontece que a preguiça leva para onde? Lugar nenhum! Talvez seja aí mesmo que você queira ficar, mas a saúde não dá brecha para essa postura.

Anote aí algumas dicas para deixar todas as preguiças de lado e viver melhor:

1 – Combata a preguiça física - faça atividade física; isso melhora a química do seu corpo;


2 – Combata a preguiça mental - leia e escreva; isso mantém a sua mente em alerta;

3 – Combata a preguiça social - ame várias pessoas com diferentes amores, frequente várias “tribos sociais” para não enrijecer, expanda o seu convívio com animais, plantas e a natureza – eles fazem parte da nossa existência.


Enfim, faça o que você quiser, mas faça algo que lhe mantenha “dando conta” de si mesmo, sem que o outro tenha que vir limpando as suas lambanças.

Seja um verdadeiro “ser” no mundo (“ente” para quem quiser filosofar). Seja ativo e interfira no mundo. Produza ações que justifiquem a sua existência, que façam sentido para você, mas que, antes de tudo, não impliquem no outro e que produzam autorregulação, autonomia e equilíbrio.

Sugiro que estabeleça um desafio para si mesmo: trace um objetivo que faça sentido para você e, pelos próximos noventa dias, não aceite desculpas para não fazer. Vamos tentar?

Depois você me conta o resultado, combinado?

Vamos que vamos porque a "tar da preguiça” é “trem” que desanda a vida da gente.


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